trubieholic:

You don’t have to tell me twice!!

Com certeza!

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Grupo Gay da Bahia (GGB) inicia campanha para instalar museu erótico no Pelourinho

E já possui um acervo com mais de 300 objetos para exposição.



ONG cria site pornô para defender animais

E essa agora do Peta, hein?!



Letícia Fernandes e o machismo - 100 homens em 1 ano

Dá-lhe @lolaescreva

Sei que é difícil acreditar, mas algumas mulheres gostam de sexo. Algumas até fazem sexo por prazer, sem esperar nenhum bem material em troca. Algumas são livres, não devem satisfação a ninguém, e preferem ter vários parceiros.

Outro trecho que “assino embaixo”:

E é uma grande celebração prum homem contar pros amigos que transou com um monte de mulheres. Quanto maior o número de parceiras, melhor. Mais experiente ele estará (pra quê?), diz a nossa sociedade. Mais másculo. Mais viril. Mais garanhão. A gente quase se sente na obrigação de erguer um monumento pra ele, que ele merece. E ninguém nunca jamais vai perguntar pra ele “Ele cobra?”, ou compará-lo a um garoto de programa.

LEIAM o post da Lola.



Sexualidade é da esfera privada ou da esfera pública?

Ótimo texto do jornalista João Barreto que vi na no Dois Terços.




A intenção é que os participantes liberem a Sally, personagem de Meg Ryan no filme Harry e Sally – Feitos um para o outro,dentro de si e dêem um belo gemido para ser gravado no site do concurso. Após realizar tal façanha, sem decoro e sem vergonha, basta salvá-lo ali mesmo e divulgar para os amigos. Os cinco gemidos mais populares, juntamente com mais 5 gemidos escolhidos pela equipe do Guia de Motéis serão avaliados por uma comissão julgadora que escolherá o melhor entre eles.

Pra quem não lembra ou nunca viu esta cena clássica com Meg Ryan, veja:    




Olha, essa questão de fingir orgasmo é polêmica. Deveras.
Já ouvi comentários de amigos e ex-relacionamentos que, de tanto assistirem filmes pornôs, acreditam que nunca saberão se a parceira gozou de verdade.  Vou contar um caso bem interessante e engraçado (pra mim; meu ex não achou nada engraçado e até hoje deve estar com a pulga atrás da orelha - ou será em outro lugar? rs).
Certa vez satisfiz uma fantasia de um namorado que era ver uma mulher se masturbar e gozar com aquele ato. Instigada e empolgada levei meu brinquedinho (que já foi pretexto pra discussão “sex toys são substitutos”).
Gozei e ainda tive alguns espasmos, com o corpo ainda sensível àquele prazer. Pra quê minha gente? 
“Você nunca ficou assim comigo. Você finge, é isso?!”
“E esse negócio aí (o inocente brinquedinho)…você usa sempre, né?”
E como eu estava leve, tremendo um pouco ainda, ria daquela reação absurda. Sem querer piorei a situação. Só fui discutir mesmo depois de um banho gostoso, mas ele sempre perguntava depois da transa, me encarando: “Você gostou mesmo?”
Não vou entrar em detalhes sobre lubrificação, espasmos, gozos, pois cada mulher é um corpo só dela, cada momento é diferente e depende de uma série de fatores além do corpo.
Acredito que fingir é mentir pra si mesma. O que não me faz bem ou insatisfaz, não aceito. Sento, converso, sugiro coisas que me agradam e me envolvam mais naquele momento a dois. É uma relação de troca, tem que satisfazer a ambos.
E vocês? Já aconteceu algo parecido? Qual a opinião sobre o assunto?
Fonte da imagem: A.T.E.N.A.S.

A intenção é que os participantes liberem a Sally, personagem de Meg Ryan no filme Harry e Sally – Feitos um para o outro,dentro de si e dêem um belo gemido para ser gravado no site do concurso. Após realizar tal façanha, sem decoro e sem vergonha, basta salvá-lo ali mesmo e divulgar para os amigos. Os cinco gemidos mais populares, juntamente com mais 5 gemidos escolhidos pela equipe do Guia de Motéis serão avaliados por uma comissão julgadora que escolherá o melhor entre eles.

Pra quem não lembra ou nunca viu esta cena clássica com Meg Ryan, veja:

Olha, essa questão de fingir orgasmo é polêmica. Deveras.

Já ouvi comentários de amigos e ex-relacionamentos que, de tanto assistirem filmes pornôs, acreditam que nunca saberão se a parceira gozou de verdade. Vou contar um caso bem interessante e engraçado (pra mim; meu ex não achou nada engraçado e até hoje deve estar com a pulga atrás da orelha - ou será em outro lugar? rs).

Certa vez satisfiz uma fantasia de um namorado que era ver uma mulher se masturbar e gozar com aquele ato. Instigada e empolgada levei meu brinquedinho (que já foi pretexto pra discussão “sex toys são substitutos”).

Gozei e ainda tive alguns espasmos, com o corpo ainda sensível àquele prazer. Pra quê minha gente? 

“Você nunca ficou assim comigo. Você finge, é isso?!”

“E esse negócio aí (o inocente brinquedinho)…você usa sempre, né?”

E como eu estava leve, tremendo um pouco ainda, ria daquela reação absurda. Sem querer piorei a situação. Só fui discutir mesmo depois de um banho gostoso, mas ele sempre perguntava depois da transa, me encarando: “Você gostou mesmo?”

Não vou entrar em detalhes sobre lubrificação, espasmos, gozos, pois cada mulher é um corpo só dela, cada momento é diferente e depende de uma série de fatores além do corpo.

Acredito que fingir é mentir pra si mesma. O que não me faz bem ou insatisfaz, não aceito. Sento, converso, sugiro coisas que me agradam e me envolvam mais naquele momento a dois. É uma relação de troca, tem que satisfazer a ambos.

E vocês? Já aconteceu algo parecido? Qual a opinião sobre o assunto?

Fonte da imagem: A.T.E.N.A.S.



(Source: jeniffersantos)



seriando:

ai, ai, Alcide.

Não consigo sair desta tela.



Solar Bikini promete carregar aparelhos como iPod, câmeras, celulares com a energia solar.
Show! Já pode carregar o vibrador na sacola também? 

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Câncer de boca causado por sexo oral avança no Brasil